A exposição casas de farinha, para além de um lugar econômico, um lugar de emoções, vem com a temática de transmitir uma visão da prática da farinhada, um fruto ativo da vida social e cultural passada de geração para geração, além de trazer uma realidade vivida, real e concreta, sem paradigmas, preconceitos e principalmente instigar você, o nosso público, a ter um olhar cultural construído por experiências, sejam suas ou de terceiros, também tentaremos criar uma concepção de como essa prática reflete no meio coletivo. De forma geral, a busca é a valorização cultural das casas de farinha e te trazer e te apresentar essa realidade linda de muitas famílias! Sejam bem vindos!
Queremos transmitir uma nova visão ao público do que essas casas são e os efeitos que as mesmas tem na vida daqueles que fazem parte dessa cultura. O foco que nos move é pelo menos tentar criar uma relação com o público, criar uma “magia” real, sem paradigmas, preconceitos e principalmente que nos façam refletir e detectar dúvidas como: será que essa cultura está tendo o real conhecimento? E será que ela não vem sendo afetada com a passar dos anos ? Vamos usar fotos e entrevistas para vincular efetivamente essas pessoas com a exposição e o reconhecimento dos valores e importância. Tentaremos também criar uma concepção observada de um panorama próximo e individual e não apenas só repassar informações, mas sim, cativar, emocionar e ressaltar que cada indivíduo tem sim sua história pessoal que contribui para um coletivo.
As casas de farinha tem grande importância histórico-cultural, a matéria prima utilizada para fazer a farinhada é a mandioca, onde se transforma em vários alimentos, entre os quais; o beiju, a tapioca, os vários tipos de farofa, pirão, mingau, papa, bolos, sequilhos, entre outros.
PASSO A PASSO DA FARINHADA:
O processo da farinhada começa com o plantio da mandioca, depois da colheita é levada para a casa de farinha, onde é descascada é colocada na água para amolecer
Logo em seguida é triturada ou ralada, sendo depois prensada, até tirar todo líquido venoso, e mais adiante, peneirada e torrada, pronto para o consumo. Vale ressaltar que isso não é uma regra, muitas casas de farinha tem o seu próprio modo de produção.
REPRESENTAÇÃO DE
FORMA CULTURAL, EMOCIONAL, MONETÁRIA:
Assista agora, a entrevista com a Dona Maria Sabina da Silva, uma raspadeira desde os 15 anos de idade, pertencente a cidade de Itarema.
O QUE MUDOU NA CULTURA:
AGRADECIMENTOS:
O desenvolvimento dessa exposição contou com a ajuda de diversas pessoas, dente quais queremos agradecer: Dona Maria Sabina, raspadeira e vô de uma das integrantes do grupo, ao senhor Manoel Fontana de Menezes por abrir a porta da sua casa e nos contar um pouco da farinhada, ao colunista e influenciador Moronha Mota, pelas fotos disponibilizadas, ao professor Francisco Denis Melo, a todos integrantes da equipe e principalmente a todo público por ter chegado até aqui e por ter nos dado a oportunidade de de te fazer conhecer mais dessa cultura tão nobre. Não se esqueça de compartilhar hein?
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